Top 5 notícias da Edição do Dia (semana de 7 a 11 de agosto)

Inside Flipboard Brasil / agosto 11, 2017


A transferência de Neymar para o Paris Saint-Germain, a maior da história do futebol, foi concretizada no dia 3 de agosto, mas foi somente neste sexta-feira, dia 11, que o Barcelona liberou o jogador para defender seu novo clube. Na primeira semana como atleta da equipe francesa, Neymar já pôde desfrutar de três dias de descanso na praia de Saint-Tropez, enquanto se preparava para a estreia contra o Guingamp, no próximo domingo, pela segunda rodada do Campeonato Francês. Depois de muita discussão sobre os valores da negociação, sobre o que é fair play financeiro, e a dúvida se o brasileiro estava ou não fazendo a melhor escolha ao sair do time espanhol, o técnico Tite, da seleção brasileira, disse acreditar que o atacante será em breve o melhor jogador do mundo. Tite falou sobre Neymar na quinta-feira, durante a convocação da equipe brasileira que enfrentará o Equador, em 31 de agosto, em Porto Alegre, e a Colômbia, no dia 5 de setembro, em Barranquila. O agora camisa 10 do PSG está entre os convocados.

Veja as notícias que também foram destaque na semana:

1. Governo reprime levante militar na Venezuela — DW

Destaque: “Um grupo de militares do Forte Paramacay, no estado de Carabobo, na Venezuela, promoveu neste domingo (06/08) um levante contra o governo do presidente Nicolás Maduro, mas acabou rendido por outros membros das Forças Armadas, segundo o dirigente chavista Diosdado Cabello. Ao menos dois rebeldes morreram e ao menos sete pessoas foram detidas.

A base militar, que chegou a ser tomada pelos insurgentes, na cidade de Valência, a 160 quilômetros de Caracas, tem o principal conjunto de blindados do Exército venezuelano. Depois do levante, moradores fizeram uma manifestação em apoio aos rebeldes nas imediações do forte.”

2. Políticos se unem para aprovar fundo eleitoral bilionário — El País, Afonso Benites

Destaque: “Até então separados pela denúncia contra Michel Temer, a maior parte da oposição e dos governistas na Câmara dos Deputados deve dar as mãos nos próximos dias numa corrida para aprovar uma série de mudanças nas regras eleitorais a tempo de que sejam aplicadas já no ano que vem. Enquanto na semana passada os dois lados se digladiavam para salvar ou derrubar Michel Temer (PMDB), agora, passaram a debater uma estratégia conjunta de sobrevivência às urnas em 2018, tudo sob a sombra da Operação Lava Jato e sem o financiamento empresarial das campanhas eleitorais que perduraram até 2015 e foram uma das principais fontes de recursos ilícitos para políticos. Três comissões especiais da Casa discutem o tema e entre as alterações que começam a tramitar nesta terça-feira estão a criação de um bilionário fundo de financiamento público de eleições, uma possível mudança no sistema de eleição proporcional para deputados federais, estaduais e vereadores, além da redução do número de candidaturas e o fim das coligações partidárias – esta última medida com potencial para ferir de morte os pequenos partidos.”

3. Temer faz ofensiva contra procurador-geral da República — El País, Afonso Benites

Destaque: “O movimento do presidente ocorre menos de uma semana após a Câmara barrar a autorização para o Supremo Tribunal Federal (STF) julgar se aceita a denúncia de Janot contra ele pelo crime de corrupção passiva. Neste caso, o presidente é apontado como o receptor de 500.000 reais em propina pagas pelo empresário Joesley Batista, da gigante do ramo de alimentos JBS. O procurador deve apresentar ao menos mais duas acusações contra o presidente, pelo crime de obstrução à Justiça e por formação de organização criminosa. Por esse crime específico, Temer só poderá ser julgado depois de 31 de dezembro de 2018, quando encerra seu mandato.”

4. Comissão da Câmara aprova texto-base da reforma política — G1, Bernardo Caram e Fernanda Calgaro

Destaque: “Entre outros pontos, o projeto cria um fundo para financiar campanhas eleitorais com recursos públicos e faz mudanças no sistema eleitoral.

Durante a sessão desta quarta, o relator esclareceu que o parecer dele não prevê o chamado “distritão”, modelo que ganhou força entre parlamentares e lideranças partidárias nos últimos dias, embora o modelo possa ser incluído por meio de uma emenda apresentada por outro parlamentar.

No “distritão”, acaba o quociente eleitoral e os mais votados são eleitos, ou seja, seria uma eleição majoritária, como para presidente. Cada estado vira um distrito eleitoral. No caso de vereador, seria o município. O eleitor vota em um nome no distrito. Os mais votados são eleitos.”

5. Financiamento público de campanhas à brasileira — DW, Jean-Philip Struck

Destaque: “A democracia custa caro”, escreveu o deputado Vicente Cândido (PT-SP) no relatório que propõe um fundo bilionário de financiamento público de campanhas eleitorais, aprovado na quarta-feira (09/08) pela comissão da reforma política.

Desde que a doação por empresas foi proibida, em 2015, o mundo político brasileiro vem tentando encontrar uma forma de reverter a perda de receita.

A primeira medida foi turbinar o já existente fundo partidário, que saltou de 308 milhões em 2014 para 819 milhões de reais neste ano, apesar da crise econômica. Mas eles querem mais.

Deixando a rivalidade de lado, os principais partidos querem agora canalizar 3,6 bilhões de reais dos cofres públicos exclusivamente para custear as campanhas de 2018.”

Edição do Dia

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